O esplendor e a beleza do entardecer do céu de Manoel Urbano.
DULCINÉA PARAENSE: A flor da pele
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*Visionária*
*Nederland, em teus moinhos *
*me crucifixo *
*à espera do meu Quixote *
*que há de vir rasgando os ventos *
*cavalgando o seu relâmpa...
Há 5 dias



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